terça-feira, 5 de agosto de 2008

USEEEEE!

Cartoon de YU LIANG, China, disponível em: http://www.aids.gov.br/humor/galeria1/index.htm.

Aborto: você é a favor ou contra?


Este mês a capa da revista Sociologia coloca em destaque antigos personagens, figurinos e roteiros: o aborto, suas implicações legais e religiosas. Isto me incitou a determinar que nesta semana o tema a ser discutido no blog será: o aborto (1).
Em busca de outras informações sobre o assunto me deparei com o texto de José Roberto Goldim, http://www.ufrgs.br/bioetica/abortobr.htm, publicado em 1998, atualizado em 2004, onde o autor levanta questões sobre os projetos de lei 183/04, que permite o aborto apenas em casos, os quais o feto se desenvolve sem cérebro (anencéfalo), 227/04 que retira a punição dos casos de aborto de fetos anencéfalos e 312/04 que retira do Código Penal a interrupção de gravidez como crime.
Além disso, tive a felicidade de encontrar o blog da Patrícia Rangel, muito bom, especialmente porque encontrei reportagens, informações importantes e colocações interessantes. E, algumas informações encontradas lá serão aqui também. Quer começar a pensar o que você pensa sobre o aborto? Vai lá: http://patirangel.blogspot.com, localize "papo sério" e comece a pensar!

Quem sabe até o fim da semana a gente não começa a agir! Esse é o objetivo!

sábado, 2 de agosto de 2008

"Nem antigo. Nem moderno. Atual."

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

USE!


Cartoon de Kang, publicado no 1° Festival Internacional de Humor DST & Aids, disponível em www.brazilcartoon.com/

Sexo e Religião

Imagem de Banksy, retirada de http://www.banksy.co.uk/drawing/draw_frameset.html

Estive pensando na postagem anterior e comecei a refletir sobre a entrevista da autora de "A cama na varanda". O sexo nas religiões judaico-cristãs é sempre algo ligado ao pecado? Somos mulheres pecadoras? E se somos homossexuais? Vamos pro inferno? A religião tem mesmo que interferir na vida sexual de seus seguidores? Se a pratica sexual é saudável e torna as pessoas mais felizes, por que as religiões judaico-cristãs não afirma isso e ponto?
Mulheres se libertem de suas crenças religiosas!

sábado, 26 de julho de 2008

Você acredita que sexo é amor?

Enviado por uma amiga via e-mail, esta entrevista tem muito a dizer sobre a repressão sexual feminina. Se você tem pensado que é frígida ou está insastifeita sexualmente ou, ainda, que é normal não achar fantástico fazer sexo, leia isto e repense os seus atos e os atos que andam cometendo com você!

Uma vida sexual saudável é fundamental pra se viver bem!
Vale a pena a masturbação, o sexo descompromissado sem culpas, dildos, e principalmente falar de sexo com parceiros (as) e amigos (as).
E NÃO ESQUEÇA: A VERTICAL INFLUÊNCIA A HORIZONTAL! Quando as coisas não vão bem na vertical, ou seja, quando a comunicação está extinta ou com problemas em uma relação a vida sexual do casal também está extinta ou em vias de se extinguir.




Comportamento | 16/07/2008 - AGÊNCIA O GLOBO

Mulheres ainda são muito reprimidas, diz sexóloga


Especialista alega que o casamento atrapalha a busca pelo prazer
Mariana Vianna


Conhecida por suas declarações polêmicas e pelo livro "A cama na varanda", best-seller que marcou uma geração, a sexóloga Regina Navarro Lins torce pela chegada do dia em que as mulheres vão conseguir fazer sexo sem compromisso sem ficarem inseguras no dia seguinte, como mostra uma pesquisa britânica recente.

E assim como o psicanalista Wilhelm Reich, ela acredita que os desejos sexuais reprimidos são fonte de uma série de insatisfações. Em entrevista, ela critica o casamento e afirma que devemos assumir que o tesão e a atração por pessoas variadas não acaba quando iniciamos um relacionamento exclusivo.

Entrevista - Regina Navarro Lins, sexóloga


Sexo é fundamental?
Sim, sem dúvida o sexo é fundamental para a felicidade do indivíduo e do casal. O orgasmo é o maior prazer físico que podemos experimentar. Uma das teorias do psicanalista Wilhelm Reich é a de que a energia orgástica tem que fluir de forma livre. Se for bloqueada, cria as neuroses, a insatisfação e as enfermidades psíquicas.

Além do bem que faz para a saúde, o sexo também é fundamental para o bem-estar emocional. O problema é que as pessoas fazem menos sexo do que gostariam, e poucas são aquelas que se satisfazem realmente com o ato sexual. Se o sexo é tão fundamental como as pesquisas mostram, acho que o prazer sexual deveria entrar na pauta da saúde pública.

As pessoas ainda têm dificuldade de se satisfazer sexualmente?
O sexo ainda é visto como uma coisa suja, feia, vergonhosa. Está associado ao pecado e a culpa. Já reparou que todos os palavrões fazem referências sexuais? As pessoas ainda encaram o sexo de um jeito contido, têm medo de se soltar. As mulheres sofrem muito mais com isso, já que são educadas para pensar que sexo deve sempre está ligado ao amor.

Isto não está mudando?
Mesmo com toda a informação disponível, elas ainda são muito reprimidas. As mulheres, principalmente aquelas que já passaram dos 45 anos, estão em desvantagem. Hoje, por causa da reposição hormonal, elas até têm vontade de fazer sexo, mas vários fatores acabam impedindo que elas se satisfaçam realmente.

As mulheres, como um todo, são muito prejudicadas pela educação judaico-cristã que recebemos, assim como a visão patriarcal que enraizou o pensamento de que o sexo é algo sujo ou que leva à culpa.

Qual o maior obstáculo para o prazer feminino?
Acho que estamos em um momento de profunda transformação, mas é claro que o preconceito ainda existe. O número de mulheres que quer corresponder às expectativas masculinas é enorme, assim como a quantidade delas que não consegue atingir o orgasmo.

Existe um grande desencontro sexual por causa de preconceitos e cobranças culturais. O casamento, por exemplo, é o mais óbvio dos erros.

Por que diz isso?
O sexo acaba no casamento. Primeiro pelos motivos mais óbvios: o excesso de intimidade e a rotina burocrática. Mas acredito que a exigência de exclusividade é o que acaba com a sedução neste tipo de relação. A exclusividade leva a uma dependência emocional, a uma simbiose parecida com que as mães têm com seus filhos. Não há tesão que resista.

O que meu marido faz longe de mim não me diz respeito. Não é porque você sabe tudo que seu parceiro está fazendo que aquela relação está garantida. Quando um casamento acaba é que percebemos o quanto o contrato de exclusividade não vale nada. A dependência acaba com a sedução e um pouco de insegurança é necessário para manter o outro interessado.

A relação pode sobreviver a uma traição?
Acho que uma das maiores mentiras é a de que uma traição é sinal de que uma relação não vai bem. É natural do ser humano gostar e querer variedade. É perfeitamente possível sentir tesão por mais de uma pessoa ao mesmo tempo, assim como amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo. O que você sente por um não exclui o que você sente pelo outro. Não é porque estamos em uma relação que deixamos de sentir tesão quando vemos alguém atraente.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Agenda Médica da Mulher com mais de 20 anos

AGENDA MÉDICA DA MULHER COM MAIS DE 20 ANOS SEXUALMENTE ATIVA

EXAME

O QUE É

PRA QUE SERVE

QUEM DEVE FAZER

QUANDO

SITUAÇÕES DE RISCO

Exame pélvico e das mamas

Observação visual do colo do útero, com toque e apalpação dos órgãos reprodutivos e dos dos seios

Verificar a presença de corrimentos anormais e infecções ou doenças na região do colo do útero, e de nódulos e outras irregularidades nos ovários, trompas e nas mamas

Todas as mulheres de mais de 20 anos que tem vida sexual ativa

Anualmente, fora de situações de risco

Início precoce da atividade sexual, gravidez antes dos 18 anos, mais de quatro gestações, multiplicidade de parceiros, histórica de doença venérea, higiene vaginal precária

Mamografia

Investigação radiológica das mamas

Detectar microcalcificações e outros sinais do câncer de mama

Todas as mulheres de mais de 30 anos

Depois da primeira, a cada três anos fora de situações de risco, do contrário, anualmente

Mulheres com história familiar de câncer, ou que menstruaram cedo, ou que não tem filhos ou que engravidaram após os 30 anos

Papanicolaou (útero)

Análise de células retiradas do colo do útero

Detectar o câncer de colo de útero

Todas as mulheres de mais de 20 anos que tem vida sexual ativa

Anualmente, no início, durante três anos consecutivos. Diante da ausência de irregularidades depois disso, a critério médico

-

Colposcopia (útero)

Observação visual do colo do útero ampliada com o auxílio de fonte de luz e lupa

Detectar a presença de infecções, irregularidades ou sinais de doenças

Todas as mulheres de mais de 20 anos que tem vida sexual ativa

Anualmente, no incío, durante três anos consecutivos. Diante da ausência de irregularidades depois disso, a critério médico

-

Colesterol e triglicérides

Análise laboratorial do sangue

Prevenir doenças cardiovasculares

Todas as mulheres de mais de 35 anos

A critério médico

Mulheres fumantes, hipertensas, com história familiar de colesterol elevado ou com obesidade

Glicemia de jejum

Análise laboratorial do sangue

Prevenir o diabetes

Todas as mulheres de mais de 35 anos

A critério médico

Mulheres com suspeita de distúrbio associados à produção de insulina

Eletrocardiograma em repouso

Observação da frequência cardíaca em descanso

Detectar problemas com o batimento cardíaco

Todas as mulheres de mais de 35 anos

A critério médico

-

Eletrocardiograma de esforço

Observação da frequência cardíada em movimento acelerado

Medir o potencial adequado de esforço físico

Mulheres de mais de 35 anos, sedentárias, em início de condicionamento físico

A critério médico

-

http://www2.uol.com.br/assuntodemulher/exames.htm