Encontrei no blog da Márcia Tiburi um link interessante: "Católicas pelo direito de decidir". Na hora imaginei que seria interessante, pois me trazia a mente algo do tipo emancipatório. Quando me dei conta mais uma notícia interessante acerca do aborto. Decidi publicar texto na íntegra, publicado dia 24/09/2008, disponível em: http://catolicasonline.org.br/ExibicaoNoticia.aspx?cod=308. MANIFESTO CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DAS MULHERES QUE PRATICAM ABORTO Em defesa dos direitos das mulheres
(para aderir: Centenas de mulheres no Brasil estão sendo perseguidas, humilhadas e condenadas por recorrerem à prática do aborto. Isso ocorre porque ainda temos uma legislação do século passado - 1940 -, que criminaliza a mulher e quem a ajudar. Ao contrário da prisão e condenação das mulheres, o que necessitamos e queremos é uma política integral de saúde sexual e reprodutiva que contemple todas as condições para uma prática sexual segura. Nós, sujeitos políticos, movimentos sociais, organizações políticas, lutadores e lutadoras sociais e pelos direitos humanos, reafirmamos nosso compromisso com a construção de um mundo justo, fraterno e solidário, nos rebelamos contra a criminalização das mulheres que fazem aborto, nos reunimos nesta Frente para lutar pela dignidade e cidadania de todas as mulheres. Nenhuma mulher deve ser impedida de ser mãe. E nenhuma mulher pode ser obrigada a ser mãe. Por uma política que reconheça a autonomia das mulheres e suas decisões sobre seu corpo e sexualidade. Pela defesa da democracia e do princípio constitucional do Estado laico, que deve atender a todas e todos, sem se pautar por influências religiosas e com base nos critérios da universalidade do atendimento da saúde! Por uma política que favoreça a mulheres e homens a adotarem um comportamento preventivo, que promova de forma universal o acesso a todos os meios de proteção à saúde, de concepção e anticoncepção, sem coerção e com respeito. Nenhuma mulher deve ser presa, maltratada ou humilhada por ter feito aborto! Frente nacional pelo fim da criminalização das mulheres e pela legalização do aborto Redes Latino-Americanas Campanha 28 de Setembro pela Descriminalização do Aborto - Ponto Focal - Brasil Redes e Movimentos Nacionais ABRASCO - GT Gênero e Saúde Individuais PARA ADERIR AO MANIFESTO: NÃO ME OBRIGUE A SOFRER A anencefalia é uma má-formação incompatível com a vida. No Brasil, as mulheres grávidas de fetos com anencefalia são obrigadas a manter a gestação para enterrar o feto, instantes após o parto. Quase todos os países democráticos do mundo autorizam a interrupção da gestação de um feto com anencefalia. O Supremo Tribunal Federal decidirá se as mulheres poderão interromper a gestação em caso de anencefalia. Nos dias 26, 27 e 28 de agosto ocorrerão as audiências públicas de instrução da Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental 54. O julgamento ocorrerá ainda em 2008. O pedido da ADPF 54 é pelo direito de evitar o sofrimento. Nenhuma mulher deve ser obrigada a interromper a gestação. Nenhuma mulher deve ser obrigada a manter a gestação de um feto que morrerá. |
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Aborto: mostre o que você pensa!
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Natureza sexual
Algumas palavras do reino vegetal e animal têm uma origem libidinosa, conforme é possível verificar a seguir:
Hormônio
Deriva do grego hormôn que significa excitar. Passou a nomear substâncias que, em quantidades mínimas, interferem de maneira agressiva no corpo. O cientista Brown-Séquard descobriu, no final do século XIX, o hormônio masculino nos testículos dos animais, ele retirava e injetava em si mesmo por acreditar nas virtudes afrodizíacas e energizantes do material. A crença nos afrodisíacos abriu caminho para especulações criativas, que levaram a descoberta dos hormônios, ao atribuir aos testículos de inúmeros animais o poder estimulante de levantar o ânimo sexual dos homens.
Almíscar
Substância com antiga reputação afrodisíaca, o almiscar deriva do persa mushk, que significa "testículo" e, por meio do árabe almisk chegou aos idiomas europeus. Na esquadra de Fernando de Magalhães, em 1519, o cronista Pigaffeta, dizia que o almíscar vinha da China e era obtido depois que se aplicava sanguessugas a castores, segundo Henrique Carneiro, Amores e Sonhos da Flora: Afrosíacos e Alucinógenos na Botânica e na Farmácia, Editora Xamã, 2002. Segundo Carneiro, os portugueses chamavam o almíscar de "algália" e confundiam os animais a que se atribuía a origem da substância, como as gazelas, os gatos da algália e até cabritos.
Hormônio
Deriva do grego hormôn que significa excitar. Passou a nomear substâncias que, em quantidades mínimas, interferem de maneira agressiva no corpo. O cientista Brown-Séquard descobriu, no final do século XIX, o hormônio masculino nos testículos dos animais, ele retirava e injetava em si mesmo por acreditar nas virtudes afrodizíacas e energizantes do material. A crença nos afrodisíacos abriu caminho para especulações criativas, que levaram a descoberta dos hormônios, ao atribuir aos testículos de inúmeros animais o poder estimulante de levantar o ânimo sexual dos homens.
Almíscar
Substância com antiga reputação afrodisíaca, o almiscar deriva do persa mushk, que significa "testículo" e, por meio do árabe almisk chegou aos idiomas europeus. Na esquadra de Fernando de Magalhães, em 1519, o cronista Pigaffeta, dizia que o almíscar vinha da China e era obtido depois que se aplicava sanguessugas a castores, segundo Henrique Carneiro, Amores e Sonhos da Flora: Afrosíacos e Alucinógenos na Botânica e na Farmácia, Editora Xamã, 2002. Segundo Carneiro, os portugueses chamavam o almíscar de "algália" e confundiam os animais a que se atribuía a origem da substância, como as gazelas, os gatos da algália e até cabritos.
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